Arvores cobertas com moedas.

Foram descobertos sete troncos de árvores decorados com moedas, o real motivo e exatamente quando iniciou esse costume bizarro ainda é um mistério. O fato é que algumas pessoas continuam colocando moedas nas árvores. Se o hábito é por acreditar em algum tipo de ritual de sorte ou por diversão realmente não dá para saber. O curioso é que o local se transformou em um novo ponto turístico para o Reino Unido.As misteriosas árvores cobertas por moedas foram encontradas na Grã-Bretanha, nas proximidades da aldeia italiana Portmeirion fundada em 1925. Um grupo de férias investigou a história e parece que esse custume começou a muito tempo, pois foram achadas moedas que datam 1700. Parece se tratar de uma antiga crença popular, que acreditava que cravando moedas na árvore poderiam se livrar de doenças. E se por acaso alguém retirasse a moeda essa pessoa ficaria doente.






O Cogumelo Azul.

O cogumelo azul (Entoloma hochstetteri) tem a coloração tão intensa 
que podemos até pensar que foi colorido artificialmente, ou então, 
que as imagens do artigo foram manipuladas.
O cogumelo azul é encontrado em apenas dois lugares do mundo. 
Um, é a Nova Zelândia onde é considerado símbolo nacional, 
aparecendo em selos e cédulas. Misteriosamente, o outro lugar
onde ele é encontrado fica a milhares de quilômetros dali, na Índia.
Descrito pela primeira vez em 1866, esse cogumelo não é comestível,
por outro lado, também não se sabe se ele é venenoso. Porém, algumas
cores muito intensas na natureza costumam ser avisos bem claros sobre
a toxidade de um organismo.Como cogumelos coloridos  costumam ser venenosos,
quando o assunto é culinária, é prudente evitar os de visual mais exótico.




Beleza Assustadora...

 Árvores cobertas com teia de aranha no Paquistão. Esse fenômeno foi o efeito inesperado de uma grande inundação ocorrida no Paquistão no ano passado. Milhões de aranhas subiram nas árvores em busca de refúgio e envolveram-nas quase completamente, num emaranhado de teias que produziram um visual belo e assustador. Os habitantes locais afirmam nunca terem visto fenômeno semelhante antes, e também notaram que há menos mosquitos do que o esperado, principalmente porque as águas ainda não recuaram totalmente. Acredita-se que os mosquitos estão ficando presos nas teias reduzindo o risco de malária, beneficiando a população que já sofre com as chuvas da última grande monção, que deixaram um quinto do país debaixo d’água.
 Em julho do ano passado algumas enchentes que se sucederam em regiões do Paquistão deixaram um quinto do país debaixo d'água, dizimaram cerca de 2.000 pessoas e também trouxeram um fenômeno bastante incomum.
 Uma grande população de aranhas resolveram se abrigar em árvores durante esse período, porém, o fator curioso é que esses bichinhos fizeram um verdadeiro cobertor de teias sobres as árvores.
 
 Devido à inundação provocada pelas enchentes e ao fato de que o nível da água levou muitos meses para baixar, diversas árvores ficaram completamente envoltas em teias de aranha.
 
 Milhões de aranhas subiram nas árvores em busca de refúgio e envolveram-nas quase completamente, num emaranhado de teias que produziram um visual belo e assustador. Os ramos das folhas ficaram encapsulados em teias dando uma aparência bastante fantasmagórica às árvores que passaram a ser chamadas por alguns como árvores fantasmas.
 Foi a primeira vez que a população desta parte da província de Sindh, próximo a Karachi, havia visto este fenômeno, segundo relatos feitos ao Departamento para o Desenvolvimento Internacional do governo britânico.
 
 O estranho fenômeno também trouxe outro fator interessante: os moradores das regiões atingidas pelas enchentes afirmaram que depois que as árvores ficaram cobertas de teias a quantidade de mosquistos, transmissores de malária, diminuíram consideravelmente.
Muitos acreditam que esses mosquitos tenham ficado presos nas teias, o que, consequentemente, reduziria o risco da população local contrair malária, fator que seria positivo para os moradores da província de Sindh que já enfrentaram muitos problemas por conta da convivência com esses mosquitos.


Gremio Futebol PortoAlegrense.

108 anos se completaram, neste 15 de setembro de 2011, desde que um grupo de 32 abnegados desportistas reuniu-se no Salão Grau, na rua 15 de Novembro (atual José Montauri), no centro de Porto Alegre, então com 120 mil habitantes, para fundar o Grêmio Foot-Ball Porto-Alegrense.
Predestinado a alcançar o topo da glória, o clube tricolor dos Pampas tornou-se, nesses anos de sucessivas conquistas, uma espécie de religião professada hoje por mais de 50 por cento da população do Rio Grande do Sul, haja vista ser atualmente, segundo as pesquisas, o clube de maior torcida do Brasil, fora do eixo Rio-São Paulo.
No plano das conquistas circunscritas a fatores de caráter geográfico, o gigante Tricolor que hoje aniversaria guarda em sua galeria de glórias, no Olímpico Monumental, todos os troféus possíveis, sendo um dos raros clubes do mundo a possuir, conjuntamente, títulos inerentes à sua cidade, ao seu estado, à sua região, ao seu país, ao seu continente e ao planeta em que habita.
Desde os primórdios de sua criação, a começar pela gestão do seu primeiro presidente, Carlos Luiz Bohrer, o Mosqueteiro dos Pampas tem sido um celeiro de craques, que despontaram para a fama, cujos nomes, na sua totalidade, não se tornaria viável citar aqui. Entre esses monstros sagrados, vale lembrar – representando a todos – quatro craques emblemáticos, inseridos no contexto da história gremista: o goleiro Eurico Lara (figura lendária dos gramados do Pampa), o zagueiro lateral Everaldo Marque da Silva (tricampeão mundial), o meia atacante Ronaldo de Assis (Ronaldinho Gaúcho) duas vez eleito o melhor jogador do mundo, e o ponta Renato Portaluppi, autor dos dois gols mais bonitos da história do Mundial de Clubes, que ora “torna à casa paterna”, como treinador, para recolocar o clube que o projetou no caminho da vitória.