Beleza Assustadora...

 Árvores cobertas com teia de aranha no Paquistão. Esse fenômeno foi o efeito inesperado de uma grande inundação ocorrida no Paquistão no ano passado. Milhões de aranhas subiram nas árvores em busca de refúgio e envolveram-nas quase completamente, num emaranhado de teias que produziram um visual belo e assustador. Os habitantes locais afirmam nunca terem visto fenômeno semelhante antes, e também notaram que há menos mosquitos do que o esperado, principalmente porque as águas ainda não recuaram totalmente. Acredita-se que os mosquitos estão ficando presos nas teias reduzindo o risco de malária, beneficiando a população que já sofre com as chuvas da última grande monção, que deixaram um quinto do país debaixo d’água.
 Em julho do ano passado algumas enchentes que se sucederam em regiões do Paquistão deixaram um quinto do país debaixo d'água, dizimaram cerca de 2.000 pessoas e também trouxeram um fenômeno bastante incomum.
 Uma grande população de aranhas resolveram se abrigar em árvores durante esse período, porém, o fator curioso é que esses bichinhos fizeram um verdadeiro cobertor de teias sobres as árvores.
 
 Devido à inundação provocada pelas enchentes e ao fato de que o nível da água levou muitos meses para baixar, diversas árvores ficaram completamente envoltas em teias de aranha.
 
 Milhões de aranhas subiram nas árvores em busca de refúgio e envolveram-nas quase completamente, num emaranhado de teias que produziram um visual belo e assustador. Os ramos das folhas ficaram encapsulados em teias dando uma aparência bastante fantasmagórica às árvores que passaram a ser chamadas por alguns como árvores fantasmas.
 Foi a primeira vez que a população desta parte da província de Sindh, próximo a Karachi, havia visto este fenômeno, segundo relatos feitos ao Departamento para o Desenvolvimento Internacional do governo britânico.
 
 O estranho fenômeno também trouxe outro fator interessante: os moradores das regiões atingidas pelas enchentes afirmaram que depois que as árvores ficaram cobertas de teias a quantidade de mosquistos, transmissores de malária, diminuíram consideravelmente.
Muitos acreditam que esses mosquitos tenham ficado presos nas teias, o que, consequentemente, reduziria o risco da população local contrair malária, fator que seria positivo para os moradores da província de Sindh que já enfrentaram muitos problemas por conta da convivência com esses mosquitos.


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