Gremio Futebol PortoAlegrense.

108 anos se completaram, neste 15 de setembro de 2011, desde que um grupo de 32 abnegados desportistas reuniu-se no Salão Grau, na rua 15 de Novembro (atual José Montauri), no centro de Porto Alegre, então com 120 mil habitantes, para fundar o Grêmio Foot-Ball Porto-Alegrense.
Predestinado a alcançar o topo da glória, o clube tricolor dos Pampas tornou-se, nesses anos de sucessivas conquistas, uma espécie de religião professada hoje por mais de 50 por cento da população do Rio Grande do Sul, haja vista ser atualmente, segundo as pesquisas, o clube de maior torcida do Brasil, fora do eixo Rio-São Paulo.
No plano das conquistas circunscritas a fatores de caráter geográfico, o gigante Tricolor que hoje aniversaria guarda em sua galeria de glórias, no Olímpico Monumental, todos os troféus possíveis, sendo um dos raros clubes do mundo a possuir, conjuntamente, títulos inerentes à sua cidade, ao seu estado, à sua região, ao seu país, ao seu continente e ao planeta em que habita.
Desde os primórdios de sua criação, a começar pela gestão do seu primeiro presidente, Carlos Luiz Bohrer, o Mosqueteiro dos Pampas tem sido um celeiro de craques, que despontaram para a fama, cujos nomes, na sua totalidade, não se tornaria viável citar aqui. Entre esses monstros sagrados, vale lembrar – representando a todos – quatro craques emblemáticos, inseridos no contexto da história gremista: o goleiro Eurico Lara (figura lendária dos gramados do Pampa), o zagueiro lateral Everaldo Marque da Silva (tricampeão mundial), o meia atacante Ronaldo de Assis (Ronaldinho Gaúcho) duas vez eleito o melhor jogador do mundo, e o ponta Renato Portaluppi, autor dos dois gols mais bonitos da história do Mundial de Clubes, que ora “torna à casa paterna”, como treinador, para recolocar o clube que o projetou no caminho da vitória.









































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