Qumran e os Manuscritos do Mar Morto

Considerada a maior descoberta arqueológica do século XX, a coleção dos manuscritos do Mar Morto veio prestar grande auxílio à exegese cristã, esclarecendo pontos relativos à Sagrada Escritura e confirmando a veracidade dos textos bíblicos que circulam hoje. No oeste do Mar Morto há um complexo de cavernas e ruínas conhecido como Qumran, a poucos quilômetros da cidade bíblica de Jericó. Em 1947, um jovem pastor de ovelhas encontrou lá diversos fragmentos de manuscritos hebraicos que ficaram conhecidos como os manuscritos do Mar Morto. A comunidade científica especula que o material seja datado dum período que se estende de 250 a. C. até o primeiro século da era cristã, revelando livros bíblicos. Ou seja, são os escritos do Velho Testamento e, segundo historiadores, o texto contém poucas diferenças relativamente à versão atual do livro sagrado. Os pergaminhos foram encontrados em antigos jarros e são considerados a versão mais antiga da Bíblia. Atualmente, estão guardados no Santuário do Livro do Museu de Israel, em Jerusalém.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Arte nas plantações de Arroz no Japão

É impressionante a arte do cultivos que surgiu através dos campos de arroz no Japão, mas esta não é uma criação extraterrestre. Os desenhos foram habilmente semeados por agricultores. Para a criação dos desenhos, os agricultores não usam tinta. Em vez disso, utilizam o cultivo de arroz de cores diferentes, que foram estratégicamente dispostos e semeados no campo de arroz irrigado. Quando chega o verão e as plantas crescem e as ilustrações detalhadas começam a emergir. Os agricultores delineiam os contornos utilizando o arrozeiro roxo e amarelo Kodaimai junto com suas folhas verdes de Tsugaru, uma variedade romana, para criar estes padrões de cor a tempo entre o plantio e a colheita em setembro.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

O cemitério colorido de Sapantza

Situado na aldeia romena de Sapantza, este cemitério curioso ficou famoso por suas tumbas, nas quais, com coloridas pinturas e epitáfios emocionados, se conta a história de quem faleceu e ali repousa. Este curioso costume foi iniciado por um morador do lugar, chamado Stan Ioan Patras, que foi quem esculpiu a primeira lápide com essas características, em 1935, e chegou a fazer mais de 800 (!), até o ano de sua própria morte, em 1977.